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Platéias de todo o mundo parecem se encantar com filmes de roubo. Basta algo interessante para ser roubado, uma pessoa para bolar um plano mirabolante e uma forma bem difícil de realizar tudo. Com esses três ingredientes, filmes como "Uma Saída de Mestre", "Onze Homens e Um Segredo" e aparentemente este "Um Plano Brilhante", filme que se não faz parte do mesmo nível dos outros dois comparados, certamente almejava tal fato.
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A trama começa com Laura Quinn (Demi Moore, tentando sair do limbo cinematográfico), uma americana que trabalha em um banco de diamantes em Londres. Por ser a única mulher trabalhando em um posto alto, ela perde a chance de ser promovida, para um dos puxa-sacos concorrentes ao cargo. Ela fica inconformada após tantos anos de serviço não ter conquistado o cargo que tanto sonhava. Mr. Hobbes (Michael Caine) como bom observador descobre que ela pode ter a motivação e os acessos para realizar o roubo que a tanto tempo planejava.
"Me arruma um papel na franquia do Batman!!"
O filme sofre de um trauma que acomete a muitos outros filmes do gênero: Aquela sensação de "ja vi isso antes". Se não fosse pelo método bizarro (e curiosamente original) que encontraram para realizar tudo, o filme seria batido e careta. Michael Caine se esforça e acaba sendo o melhor da história, mas ainda assim, não se distancia do bom-moço-padrão que geralmente interpreta. Como sempre, o espectador é mantido no escuro na maior parte do tempo, as piadas tentam ser engraçadas e no final das contas, uma conclusão muito melosa e que não dá aquela sensação de, digamos, nobreza que uma motivação deveria passar. Recomendado para os adeptos de ação light, filmes lentos ou de Michael Caine.